quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

NOVOS CENÁRIOS E VELHOS HÁBITOS.

A expressão "ano novo, vida nova" caracteriza exatamente o que quando se trata das das diferentes expectativas de diferentes pessoas?

O primeiro passo para iniciar a reflexão é imaginar novos cenários e velhos hábitos.



Quantas são as coisas novas que aparecem e logo ficam com cara de velhas?
Aquela roupa da última coleção, um carro ou até mesmo nossa casa perdem a sensação do novo e rapidamente se tornam ultrapassados.

Até pouco tempo as músicas e filmes que chamávamos de antigos, eram apreciados por muito tempo, já hoje os hits de sucesso e blockbusters hollywoodianos se tornam anciãos em poucos meses.

A moda, o entretenimento televisivo, que temos como releituras das gerações e das transformações da sociedade, há muito tempo não sabem mais o que é "o" novo e incansavelmente a mídia busca resgatar num esforço sem tamanho, sensações que inovem os discursos impulsionando acadêmicos na sede de suas descobertas. As corporações procuram diferenciais, quer seja no "sangue novo", nas tendências ou até mesmo modismos "papais", buscando criar líderes brilhantes e novos modelos de gestão.

Parece que todos querem o novo e todos buscam o novo.

Mas onde está o novo ? Por onde andará o que de fato procuramos descobrir que nos traga essa sensação desconhecida e duradoura ? Será que esse encontro acontecerá nas próximas horas ou dias?

Seja como for, onde quer que ele esteja, que o novo apareça a partir do momento que você se movimentar internamente nas suas crenças. Que cada dia não seja um novo dia, mas que cada dia seja um dia novo e inesperado, com nossos anseios desafiados e nossas verdades confrontadas.

No entanto, algo me faz pensar que o novo sempre esteve lá.
Lá aonde ?
Onde cada um de nós sabe que deve buscar, mas talvez ainda não foi capaz de ousar.


Demétrius Rocha

sábado, 15 de novembro de 2014

PROIBIDO ESTACIONAR

Ainda que eu tenha procurado algum portador na rua, além dos comerciantes locais e bancas de jornal naquele dia, ninguém dispunha de uma folha de zona azul. Por conta já do atraso em decorrência do trânsito, não havia nenhum outro local para deixar o carro senão naquela vaga e correr o risco de ser multado. Após as tentativas sem sucesso de adquirir uma folha, achei que daria tempo de comparecer rapidamente a um compromisso e voltar sem que nada acontecesse, mas infelizmente não foi assim.

Por isso, pensei que o proibido estacionar não era tão proibido assim, desde que eu me respaldasse do recurso necessário para que fosse permitido, no caso uma folha do talão zona azul.



O policial não sabia que eu havia procurado sem sucesso uma folha, e mesmo se soubesse não faria diferença. Ainda que a minha necessidade fosse patente, não se justificaria eu não ser penalizado.

Isso me fez enxergar então 3 variáveis nessa situação: O carro parado em lugar proibido (evento), a multa (resultado), e a folha do zona azul (recurso).

Podemos imaginar o carro como nossas vidas. Da mesma forma que um automóvel, também passamos pelas manutenções necessárias que nos trazem aprendizado e evolução, buscando nos abastecer com situações que dinamizam nossa energia e também precisamos de limpeza e abrigo das intempéries do dia a dia. Somos guiados pelos caminhos que desejamos e escolhemos ou quando não, surpreendidos por acidentes e eventos que fogem ao nosso controle. Mas na maior parte do tempo, nos conduzimos estacionando onde e quando desejamos, e isso traz resultados que merecem ser analisados.

A multa é uma das consequências que podemos sofrer quando eventualmente assumimos posturas imprudentes ou inconsequentes na maneira de guiar nossa vida. Ainda que os motivos sejam aparentemente justos, às vezes podemos sofrer se estivermos agindo de forma inadequada. Quem sabe valha a pena reconfigurarmos a definição de "estacionar". Quem sabe isso se reflita naquela promoção esperada que de repente não aconteceu. Talvez ali fosse o momento de movimentação em busca de capacitação para aquele objetivo. Como o carro estava estacionado e o nível de exigência para aquela nova função não pôde ser alcançado, houve como penalidade a perda da oportunidade.

Por fim a terceira variável, a folha da zona azul, pode ser vista como o instrumento que valida a necessidade e permissão de parada. O talonário zona azul é aquilo que precisamos para garantir que a parada seja efetivamente benéfica e satisfatória. Corporativamente falando por exemplo, tenho os recursos necessários para me permitir parar por um tempo e respirar um pouco e descansar ? Estou certo de que este é o local mais adequado para eu parar neste momento ? Estou seguro que minha ausência será estratégica e não causará danos e que terei tempo suficiente de retomar dentro do prazo esperado evitando assim, impactos negativos ? Dessa forma o "estacionar" pode ser aplicado em qualquer área da vida, analisando quais os benefícios e riscos de tomar essa decisão.

Nunca é demais perguntar: Aqui é lugar de parar ? O que isso vai me custar ? Quem sabe valha a pena refletirmos sobre "onde e como" decidimos estacionar.
Podemos estacionar ? Precisamos estacionar? Por quê ?


Demétrius Rocha

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CRES SENDO.

Crescer na vida, ainda que tenha se tornado um jargão com o passar do tempo, ou mera figura de linguagem, nos deixa curiosos imaginando o que pode ocorrer na percepção das pessoas de maneira geral. Há quem diga que seria algo parecido com extinto sonho americano, e vale lembrar que nossos irmãos da terra do tio Sam já acordaram dele há certo tempo. Podemos pensar também na corrida do ouro, tanto aqui nas nossas Minas Gerais, quanto para os californianos. Citamos também, dentre ainda inúmeros outros exemplos, o êxodo rural que também alude ao "crescer na vida".

Essa abordagem reflete contextos sociais e históricos dos sonhos de grandes contingentes populacionais que se moveram em busca do tão desejado lugar ao sol. Mas o que acontece de fato para que todo esse processo funcione e permita às pessoas chegarem aos seus objetivos e a realização de seus sonhos ? Quando pensamos em crescer, o que será que nos ocorre ? Quem sabe a resposta esteja aí. Quem sabe este seja o segredo para crescer. O mundo de hoje com o elevadíssimo grau de exigência em relação aos que buscam oportunidades de crescimento, afunila cada dia mais as chances num sem número de constantes eventos de capacitação e desenvolvimento das pessoas e suas relações. Isso faz com que nós incansavelmente busquemos estar melhor preparados.

Ser melhor do que ontem está impresso na mente dos profissionais de alta performance em se tratando das atividades realizadas e comportamentos esperados, seja qual for o nível hierárquico, da operação à alta gestão.

Sermos capazes de tomar decisões sob pressão em contingências quando o tempo não está a nosso favor, há muito tempo deixou de ser incômodo e passou a ser costumeiro. Se utilizarmos um pouco mais do nosso tempo para refletirmos sobre nossas capacidades e o quanto podemos potencializá-las, perceberemos que isso nos aproximará mais do crescimento e ocuparemos os lugares que tanto desejamos na sociedade. Quem sabe a resposta do que devo fazer para crescer, seja... ser.

Uma vez que o futuro não existe, talvez seja uma boa ideia e faça algum sentido sermos hoje, melhores do que ontem.



Demétrius Rocha

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

QUANTO VALE A SUA MARCA?

Isso mesmo, a sua marca. Não da sua empresa, da sua faculdade, do seu carro. A sua. Quanto vale a sua marca?
Imagine que você é uma empresa. Como você está posicionado no mercado? O quanto você é atrativo para o mercado?
Ah, Daniela, bobagem pensar nisso agora. Eu estou empregado, super bem empregado.
Falou bem, meu caro. Está. É um verbo que implica temporariedade. Você está, pode não estar daqui a 5 minutos, daqui a 5 dias, daqui a 5 meses. Assim como o sabão em pó que era líder de mercado e perdeu o posto quando chegaram os concorrentes melhores, você vai ficar esperando isso acontecer? Ou vai tomar as rédeas da sua vida?
Sua reputação é tudo. É a reputação da sua marca. O que falam sobre você? Qual o seu diferencial? Por que contratariam você?
Você precisa fazer um exercício profundo de autoconhecimento e aprender a reconhecer em si mesmo as suas qualidades – que são muitas! – e seus pontos fracos. Muitas vezes, não reconhecemos uma qualidade ou não a valorizamos, como a boa aparência, ou falar português corretamente. Muitos as têm, mas no conjunto, podem dar a você os pontos da liderança na disputa.
Depois desse exercício de autoconhecimento, você precisa pensar no futuro: como posso vender melhor minhas qualidades? Como posso me posicionar melhor, valorizando o que eu tenho de melhor? Como posso tirar proveito dos meus pontos fracos? Como posso planejar minha carreira?
Como assim, Daniela, planejar a carreira? Você planeja sua carreira ou apenas segue o sabor do vento, indo para onde chamam você? A velha máxima diz que “para quem não sabe para onde quer ir, qualquer estrada serve”. Você quer chegar ao ponto “vida frustrada” daqui a alguns anos? Ou quer se sentir realizado profissionalmente?
Lembre-se que realizado profissionalmente não tem uma receita única. Nem todo mundo quer ser diretor ou vice-presidente. Você talvez queira, outros talvez não. Você se sente realizado quando tem certeza que não faria nenhum outro trabalho no lugar do seu. Quando o trabalho não parece trabalho.

Ao saber onde você está, com o autoconhecimento, e entender aonde você quer chegar, aí é muito mais fácil planejar a sua carreira, fazer as escolhas importantes dentre as quase infinitas possibilidades e ir em busca da realização profissional. Tome uma atitude pela sua carreira hoje.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

LIÇÕES DA VIDA PARA A VIDA TODA.



Compartilho com vocês amigos e colaboradores algumas reflexões simples e que podem ser bastante fortalecedoras. Escrito por Regina Bret, 58 anos, colunista americana.





1. A vida não é justa, mas ainda assim é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. É bom ficar bravo com Deus. Ele pode suportar isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É normal deixar seus filhos lhe vendo chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, agradável ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chique. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras “Em cinco anos, isto importará?”
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.


Demétrius Rocha
www.cocriando.com.br

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

TIM GALLWEY - "O Pai do Coaching"



Conhecido como o fundador do Coaching, Timothy Gallwey  a partir da década de 70 iniciou seu método de capacitação de equipes  denominado de  The Inner Game, ou O Jogo Interior. Seu primeiro livro visava demonstrar a aplicação de seu método para atingir a alta performance de jogadores de Tênis, “The Inner Game of Tennis” (“O Jogo Interno de Tênis”) que vendeu mais de 1 milhão de cópias somente nos EUA. Neste vídeo ele fala como surgiu o processo de coaching, sobre os diálogos internos e explica os princípios do seu método.Vale a pena conferir!









sexta-feira, 12 de setembro de 2014



VOCÊ CONHECE A LINGUAGEM DO SEU CORPO?


Sabe-se que a maior parte da nossa comunicação é feita de maneira não verbal. No mundo dos negócios a linguagem corporal responde por 60 a 80% das mensagens transmitidas na mesa de negociação e que a opinião sobre um desconhecido é formada nos primeiros instantes do contato.
A comunicação não verbal é composta de gestos, postura, expressões faciais, movimentos dos olhos. Entender a linguagem do corpo faz com que você esteja consciente dos próprios sinais não verbais e de como usá-los. Além disso, ajuda na melhor compreensão  do comportamento do outro e consequentemente, promove uma eficácia na comunicação e interação com as pessoas.
A psicóloga Amy Cuddy diz que a linguagem corporal gera comunicação, e a comunicação gera interação. Afirma que nosso corpo muda a nossa mente, e a nossa mente muda o nosso comportamento. E que o mais importante não é o conteúdo da fala, mas a presença que se traz para esta fala (vídeo acima). 
Ter consciência do próprio corpo é muito importante para desenvolver uma linguagem corporal adequada. Conhecer os seus próprios gestos e movimentos é fundamental para transformá-los e utilizá-los da forma que achar necessário.
A postura corporal muda de acordo com os nossos sentimentos, hábitos e pensamentos. Conhecer o corpo faz com que mudemos a nossa postura e a nossa imagem diante das pessoas.
Segundo Thérèze Bertherat, “O corpo é a casa onde moramos, nosso corpo somos nós. Somos o que parecemos ser”.
É preciso sensibilizar o nosso corpo para termos consciência dele. Soltar todas as amarras que adquirimos desde a infância e constantemente no nosso dia a dia.
Para termos a habilidade de controlar nossos gestos e expressões é preciso observar-se. Criar uma consciência de si para que se possa mudar.
A vida é um fluxo constante de energia e a linguagem do corpo é a linguagem da vida-“ O Corpo Fala”Pierre Weil e Roland Tompakow.



domingo, 7 de setembro de 2014

LIVRE COMO UMA FOLHA AO VENTO. HÁ CONSEQUÊNCIAS?





Um dia alguém disse algo mais ou menos parecido com isso: "O homem que não tem princípios nem valores na vida, há de viver solto tal como uma folha seca ao vento, à mercê dos acontecimentos". Isso é um contraste interessante com a proposta de estilo de vida do "deixa a vida me levar, vida leva eu". 

Mas ser ou querer ser livre, pode se tornar algo ruim a ponto de deixar alguém exposto assim ? Por conta disso vem a pergunta: Pensar em ser livre como uma folha, seria de fato liberdade? Pois no final, se o vento me leva pra onde ele quer, mais me parece que sou escravo dele, e talvez eu ainda não tenha percebido. Podemos brincar com essa ideia analisando algumas posturas, que certamente em algum momento já nos deparamos na vida, e comumente transitam no ambiente corporativo. 

Quando as sensações são mais importantes do que os deveres, vemos casos em que a tal liberdade castra a competência e aparece então a libertinagem (não tratamos de um mero trocadilho, embora que corrente). Vivemos numa era de liberdade libertina, sutil e escravizante que não estabelece vínculos e responsabilidades nas nossas ações. Isso tudo se descola dos princípios éticos hoje relativizados, dado nosso baixo nível de comprometimento, sem calcular o impacto que nossas decisões geram nas pessoas que nos cercam. Se não tivermos um porto seguro dentro de nós mesmos, arraigados aos valores e princípios que nossos avós e pais tentaram nos ensinar, - visto ainda como triviais demais - seremos levados pelo vento da inconstância (transformada hoje em multitarefas gerúndicas), da ininteligência emocional (e temos especialistas nisso também), da procrastinação crônica (chamada até de posicionamento estratégico), das relações rasas (melhores amigos da vida inteira que nunca abraçamos) e continuaremos apenas escravos, com a sensação de livres, pois não temos a "carta de alforria" na mão.

A folha ainda é verde e parece cheia de vida no momento que se desliga da árvore, mas na verdade já está morta. Ainda que o vento a leve às viagens com as mais belas vistas do alto, em algum momento não há mais vento, então ela cai, seca e sua história acaba ali.


Demétrius Rocha

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

VOCÊ SABE O QUE QUER FAZER QUANDO CRESCER?



Se você sabe, parabéns! Mas se não sabe, não se desespere, não é coisa só de quem está escolhendo o vestibular ou terminando a faculdade. Boa parte dos profissionais que estão no mercado de trabalho há anos também não sabe - ou não tem certeza das escolhas que fizeram.

Um dos motivos mais claros é que a escolha da carreira comumente é direcionada pelas escolhas feitas aos 17 anos - quando você ainda não conhece muito do mundo profissional e nem de si mesmo. Outras tantas pessoas acabam indo parar em seus trabalhos pelas oportunidades e necessidades ao longo do caminho, sem terem a opção de escolha. Mas o fato é que boa parte chega na casa dos 30, 40, 50 anos e começa a se questionar. E aí vem as perguntas: dá tempo de mudar? E mudar para O QUE? Do que eu gosto, afinal, se faz tanto tempo que faço a mesma coisa?

Por esse motivo, o coaching tem crescido tanto no Brasil nos últimos anos. O coaching é um processo que leva principalmente a um nível profundo de autoconhecimento. Ou seja, quem faz o processo de coaching conhece muito melhor seus pontos fortes, fracos, valores, princípios, crenças, características comportamentais - e acaba se surpreendendo com muitas descobertas! Além disso, o coaching trabalha para potencializar as habilidades e qualidades e leva a superação de pontos fracos e obstáculos.

E é somente através de conhecer a si mesmo, seus valores, seus princípios, suas crenças, seus pontos fortes e fracos é que podemos descobrir "o que queremos ser quando crescer". Somente conhecendo bem suas habilidades, comportamento, características e valores é que podemos entender que atividades profissionais podemos realizar com facilidade e com prazer. Além de identificar o que você tem de melhor, o coaching também ajuda a conhecer o lado "escuro" - e como tirar proveito disso!

Muitos cases de coaching mostram pessoas que se descobrem numa atividade por anos a fio que vai contra seus valores - e está aí o motivo de não serem felizes! O coaching utiliza várias ciências, como psicologia, administração, neurolinguística, antropologia, entre outras, para ajudar o cliente a se conhecer melhor, através de tarefas, exercícios. Fazer coaching dá trabalho, mas vale a pena!

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

BABY BOOMERS, X, Y E AFINS...

Certa vez tive a oportunidade de fazer um vídeo para uma aula de MBA e utilizei a abordagem: Gerações Gerando Diferenças. Embora o trabalho tenha sigo amador, e diga-se de passagem, bastante o foi, quis refletir sobre o poder que cada uma destas gerações têm em si mesmo, percebendo que, ainda que o tempo passe, sempre haverá espaço para quem já contribuiu bastante, e também para aqueles que continuam contribuindo e preparando o caminho dos que virão. Ou seja, é uma forma de fomentar que todas as gerações sejam participantes ativas nos processos de transformação da sociedade, e obviamente, das organizações.

Como pano de fundo, achei interessante brincar com a música StarShips de Nicki Minaj, que de alguma forma reflete nas premissas que podemos utilizar para o mundo corporativo, e reforçam até mesmo as crenças individuais de auto desenvolvimento e motivação. Por isso a reflexão na abordagem "Naves espaciais foram feitas pra voar, portanto, mãos para cima, e vamos tocar o céu. Não podemos parar, pois estamos tão alto e vamos fazer isso mais uma vez!". 

De forma muito curiosa esse texto me faz enxergar que desde nossos pais ou avós (geração pós II Guerra), passando pelos graduandos/MBAndos das gerações coca cola e em seguida os Mc Donalds - com seus ypsilons que sentam à mesa da diretoria com a mesma despretensão de um almoço com um grande amigo, até chegar às nossas pequenas crias que já vêm com um tablet do ventre - o discurso pode ser reforçado.

Todos podem voar, todos podem tocar o céu e seguir em frente. Seja você babyboomer, x, y ou z, tem lugar pra você. Até mesmo o clássico twinkle, twinkle little star, está lá pra não te deixar esquecer.




Demétrius Rocha

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

7 Dicas de Ouro para o Linked In

Um dos tipos de coaching mais procurados atualmente é o Coaching de Carreira. Muitas pessoas tem se sentido insatisfeitas com o rumo de suas carreiras ou, ainda que estejam no lugar onde todos disseram que seria a recompensa pelos anos de “ralação”, como um cargo de gerência ou diretoria, essas pessoas se sentem frustradas e querem entender o porquê.

Uma das maneiras de impulsionar a carreira, nos dias de hoje é, sem dúvida, através das redes sociais – e, falando de mundo corporativo, o Linked In tem grande destaque em aumentar o networking e fazer prospecção de novas vagas de emprego. Muitos profissionais de RH das grandes empresas e headhunters hoje buscam profissionais para participar de processos seletivos através do Linked In, bem como publicam vagas nos Grupos de interesse do potencial candidato.

Além do Linked In atender às necessidades de carreira, ele também pode ser utilizado para fazer negócios e vender serviços – afinal, o networking é muito poderoso para indicações e os Grupos, novamente, acabam tendo um papel importante em unir pessoas com os mesmos interesses.

Mas como posso melhorar minha atratividade ao mercado através do Linked In? Muitas pessoas reclamam que participam ativamente dos grupos, enviam currículos, são ótimos profissionais – mas ninguém contata. Esse artigo não tem intenção de esgotar o assunto, longe disso, mas apenas reunir algumas dicas de ouro para você melhorar os atuais resultados do seu perfil. Veja abaixo: