quinta-feira, 18 de setembro de 2014

TIM GALLWEY - "O Pai do Coaching"



Conhecido como o fundador do Coaching, Timothy Gallwey  a partir da década de 70 iniciou seu método de capacitação de equipes  denominado de  The Inner Game, ou O Jogo Interior. Seu primeiro livro visava demonstrar a aplicação de seu método para atingir a alta performance de jogadores de Tênis, “The Inner Game of Tennis” (“O Jogo Interno de Tênis”) que vendeu mais de 1 milhão de cópias somente nos EUA. Neste vídeo ele fala como surgiu o processo de coaching, sobre os diálogos internos e explica os princípios do seu método.Vale a pena conferir!









sexta-feira, 12 de setembro de 2014



VOCÊ CONHECE A LINGUAGEM DO SEU CORPO?


Sabe-se que a maior parte da nossa comunicação é feita de maneira não verbal. No mundo dos negócios a linguagem corporal responde por 60 a 80% das mensagens transmitidas na mesa de negociação e que a opinião sobre um desconhecido é formada nos primeiros instantes do contato.
A comunicação não verbal é composta de gestos, postura, expressões faciais, movimentos dos olhos. Entender a linguagem do corpo faz com que você esteja consciente dos próprios sinais não verbais e de como usá-los. Além disso, ajuda na melhor compreensão  do comportamento do outro e consequentemente, promove uma eficácia na comunicação e interação com as pessoas.
A psicóloga Amy Cuddy diz que a linguagem corporal gera comunicação, e a comunicação gera interação. Afirma que nosso corpo muda a nossa mente, e a nossa mente muda o nosso comportamento. E que o mais importante não é o conteúdo da fala, mas a presença que se traz para esta fala (vídeo acima). 
Ter consciência do próprio corpo é muito importante para desenvolver uma linguagem corporal adequada. Conhecer os seus próprios gestos e movimentos é fundamental para transformá-los e utilizá-los da forma que achar necessário.
A postura corporal muda de acordo com os nossos sentimentos, hábitos e pensamentos. Conhecer o corpo faz com que mudemos a nossa postura e a nossa imagem diante das pessoas.
Segundo Thérèze Bertherat, “O corpo é a casa onde moramos, nosso corpo somos nós. Somos o que parecemos ser”.
É preciso sensibilizar o nosso corpo para termos consciência dele. Soltar todas as amarras que adquirimos desde a infância e constantemente no nosso dia a dia.
Para termos a habilidade de controlar nossos gestos e expressões é preciso observar-se. Criar uma consciência de si para que se possa mudar.
A vida é um fluxo constante de energia e a linguagem do corpo é a linguagem da vida-“ O Corpo Fala”Pierre Weil e Roland Tompakow.



domingo, 7 de setembro de 2014

LIVRE COMO UMA FOLHA AO VENTO. HÁ CONSEQUÊNCIAS?





Um dia alguém disse algo mais ou menos parecido com isso: "O homem que não tem princípios nem valores na vida, há de viver solto tal como uma folha seca ao vento, à mercê dos acontecimentos". Isso é um contraste interessante com a proposta de estilo de vida do "deixa a vida me levar, vida leva eu". 

Mas ser ou querer ser livre, pode se tornar algo ruim a ponto de deixar alguém exposto assim ? Por conta disso vem a pergunta: Pensar em ser livre como uma folha, seria de fato liberdade? Pois no final, se o vento me leva pra onde ele quer, mais me parece que sou escravo dele, e talvez eu ainda não tenha percebido. Podemos brincar com essa ideia analisando algumas posturas, que certamente em algum momento já nos deparamos na vida, e comumente transitam no ambiente corporativo. 

Quando as sensações são mais importantes do que os deveres, vemos casos em que a tal liberdade castra a competência e aparece então a libertinagem (não tratamos de um mero trocadilho, embora que corrente). Vivemos numa era de liberdade libertina, sutil e escravizante que não estabelece vínculos e responsabilidades nas nossas ações. Isso tudo se descola dos princípios éticos hoje relativizados, dado nosso baixo nível de comprometimento, sem calcular o impacto que nossas decisões geram nas pessoas que nos cercam. Se não tivermos um porto seguro dentro de nós mesmos, arraigados aos valores e princípios que nossos avós e pais tentaram nos ensinar, - visto ainda como triviais demais - seremos levados pelo vento da inconstância (transformada hoje em multitarefas gerúndicas), da ininteligência emocional (e temos especialistas nisso também), da procrastinação crônica (chamada até de posicionamento estratégico), das relações rasas (melhores amigos da vida inteira que nunca abraçamos) e continuaremos apenas escravos, com a sensação de livres, pois não temos a "carta de alforria" na mão.

A folha ainda é verde e parece cheia de vida no momento que se desliga da árvore, mas na verdade já está morta. Ainda que o vento a leve às viagens com as mais belas vistas do alto, em algum momento não há mais vento, então ela cai, seca e sua história acaba ali.


Demétrius Rocha

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

VOCÊ SABE O QUE QUER FAZER QUANDO CRESCER?



Se você sabe, parabéns! Mas se não sabe, não se desespere, não é coisa só de quem está escolhendo o vestibular ou terminando a faculdade. Boa parte dos profissionais que estão no mercado de trabalho há anos também não sabe - ou não tem certeza das escolhas que fizeram.

Um dos motivos mais claros é que a escolha da carreira comumente é direcionada pelas escolhas feitas aos 17 anos - quando você ainda não conhece muito do mundo profissional e nem de si mesmo. Outras tantas pessoas acabam indo parar em seus trabalhos pelas oportunidades e necessidades ao longo do caminho, sem terem a opção de escolha. Mas o fato é que boa parte chega na casa dos 30, 40, 50 anos e começa a se questionar. E aí vem as perguntas: dá tempo de mudar? E mudar para O QUE? Do que eu gosto, afinal, se faz tanto tempo que faço a mesma coisa?

Por esse motivo, o coaching tem crescido tanto no Brasil nos últimos anos. O coaching é um processo que leva principalmente a um nível profundo de autoconhecimento. Ou seja, quem faz o processo de coaching conhece muito melhor seus pontos fortes, fracos, valores, princípios, crenças, características comportamentais - e acaba se surpreendendo com muitas descobertas! Além disso, o coaching trabalha para potencializar as habilidades e qualidades e leva a superação de pontos fracos e obstáculos.

E é somente através de conhecer a si mesmo, seus valores, seus princípios, suas crenças, seus pontos fortes e fracos é que podemos descobrir "o que queremos ser quando crescer". Somente conhecendo bem suas habilidades, comportamento, características e valores é que podemos entender que atividades profissionais podemos realizar com facilidade e com prazer. Além de identificar o que você tem de melhor, o coaching também ajuda a conhecer o lado "escuro" - e como tirar proveito disso!

Muitos cases de coaching mostram pessoas que se descobrem numa atividade por anos a fio que vai contra seus valores - e está aí o motivo de não serem felizes! O coaching utiliza várias ciências, como psicologia, administração, neurolinguística, antropologia, entre outras, para ajudar o cliente a se conhecer melhor, através de tarefas, exercícios. Fazer coaching dá trabalho, mas vale a pena!