quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O ÚLTIMO SAMURAI OU... O PRÓXIMO?

Esta incrível história contada através da atuação de Tom Cruise no filme O Último Samurai, nos faz ver claramente como a coragem e nossos valores internos nos permitem ser notados, e reconhecidos como pessoas de valor.

No papel do capitão americano Nathan Algren, durante a famosa rebelião de Satsuma no Japão em 1877, ele é capturado pelo inimigo, sendo levado para uma comunidade remota de samurais onde os habitantes mantém sua vida através da agricultura no isolamento das montanhas.

Tentando se aproximar dos habitantes, o capitão começa a brincar de luta com espadas de madeira com uma das crianças da vila, quando chega um samurai guerreiro e presencia a cena. Então o samurai desafia o americano para um duelo real.

Tom Cruise não vence o duelo. Após ser duramente atacado, cada vez que ia ao chão, segurava sua espada e se levantava novamente. Ainda que cambaleante, ferido e exausto no duro confronto, voltava a empunhar sua arma e assim foi até sua última tentativa. Após a derradeira investida do samurai, caído ao chão, terrivelmente ferido prestes a desfalecer, ainda assim segurava a espada não largando-a, mesmo sem forças mais para levantar.




A única forma do inimigo naquele momento certificar-se de que a luta se encerraria, era não permitir mais que o capitão americano segurasse a sua espada. Era clara a derrota do oficial americano, ainda que ele não se rendesse de forma alguma enquanto estivesse com sua arma na mão. Então o samurai japonês a toma de Tom Cruise arremessando-a para longe dando o combate por encerrado deixando o corpo ferido do capitão para trás considerando-o finalmente derrotado.

Foi esse terrível episódio que fez com que o oficial americano fosse notado de uma forma diferente. Como um grande valente que teve seu último fôlego no duelo, manteve-se fiel a seus valores e a si mesmo, lutando até o último instante, foi então reconhecido pelo máximo líder da ordem dos samurais, Katsumoto. Então o japonês e o americano acabam se tornando aliados, e Nathan Algren é convidado a aprender o código de honra dos samurais participando então de novos confrontos ao lado dele.




Bela história de reflexão, sobre como os combates da vida podem nos levar ao limite de nossas forças. Desde que nos mantenhamos fiéis aos nossos valores, não abrindo mão de nossa história como ele fez com sua espada, por mais doloroso que pareça, nossa força interna nos resgatará e tornaremos a ser grandes guerreiros.

Seja você não o último samurai, mas quem sabe, o próximo.
Demétrius Rocha

Aprenda mais no Workshop O Último Samurai

6 comentários:

  1. Como diz a frase....”perco as folhas mas jamais perderei minhas raízes”.....
    Acredito que no mundo corporativo as atitudes sempre incentivam mais que palavras. Como o líder que influencia de maneira positiva, para alcançar melhor resultado. A boa vontade, o amor pelo que se faz, os princípios e valores, empenho e dedicação fazem com que os funcionários tenham confiança.

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  2. Verdade Rosana. Principalmente no mundo corporativo nossas atitudes causam impactos naqueles que lideramos, por isso o uso constante destes valores que você cita, faz com que esses impactos sejam altamente positivos!

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  3. Adoro filmes e essa cena realmente é muito marcante. Lembro de situações que eu acreditava que foram frutos de escolhas erradas e quando apanhei da vida na verdade eu estava aprendendo a crescer e evoluir. Obrigado, tem tudo a ver e ajuda a gente perceber que mesmo feridos podemos seguir a diante após o período necessário de recuperação. Loraine Schili faber.nassis.com

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  4. Loraine, que rica colaboração. Ficamos felizes com a oportunidade de fazermos parte disso através da reflexão que aponta momentos particulares que você viveu. Sim, após o tempo necessário para a recuperação, nos resta avançar e seguirmos em frente ainda mais fortes!

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  5. Acredito que o mundo corporativo é apenas o reflexo do nosso íntimo. É um mundo onde exercemos de forma pública e para a maioria das vezes estranhos, o que temos de pior ou melhor no convívio familiar. O grande desafio nisso é buscar sempre melhorar os comportamentos negativos e potencializar os elementos positivos. Bela reflexão Demétrius.������

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    1. Olá Cardoso, que grata satisfação sua visita! Agradeço sua rica contribuição a nos lembrar que o mundo corporativo é um reflexo do nosso íntimo e de certa forma nossa herança familiar. Faz todo o sentido! Um abraço, e continue nos prestigiando.

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